terça-feira, 1 de setembro de 2009

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Sempre fui resistente à idéia de fazer terapia. Acho estranho falar sobre coisas íntimas a pessoas estranhas. Quanto tenho algum problema, geralmente procuro minha família, meu namorado, meus amigos. Poxa, mas é um saco... quer dizer, para eles, né? Eu sei que é. Por mais que as pessoas sejam legais, e são, ninguém tem que ficar o tempo todo aguentando os problemas dos outros. Quer dizer, não o tempo todo. Apenas quando é necessário. Mas eu sei que é chato... e é chato pra mim também. E eu sempre tive uma ótima maneira de me livrar dos meus problemas: eu penso neles e converso a respeito até a hora em que minha paciência se esgota e "não quero mais falar disso". Pronto. Simplesmente, se não consigo aceitar/resolver/compreender tudo, melhor desistir...
E é aí que começa o meu abacaxi atual. Quer dizer, não tão atual assim, pois já existe há algum tempo. Mas é que agora eu consigo detectar um padrão: o meu inconsciente vem tentando fazer o que o meu consciente se recusa. Eu coloco meu pijama, deito na minha cama quentinha e confortável depois de um dia cansativo e... eu sonho com os meus problemas! Conversados, enfrentados, discutidos, às vezes até solucionados, mas na forma nada convencional e absurdamente inconveniente da minha inconsciência.
E é foda... eu acordo cansada, irritada, às vezes chateada, porque eu fico sonhando com o que tento esquecer!!! Tento apagar com livros legais, seriados divertidos, trabalho, passeios em boa companhia, dança, namoro, tudo de bom da minha vida consciente. Mas, quando vou dormir, é como se ouvisse o bicho papão falando: "agora não tem escapatória, você fugiu de mim o dia inteiro, mas estou aqui, quando você não pode mais fugir, quando você não pode me anestesiar, quando a única coisa que você pode fazer é observar".
AAAFFFFF!!!! Eu sei que algumas coisas são insolúveis e chatas e eu não quero pensar nelas. Mas já saquei que essa não é a melhor saída.

Por esse motivo, estou quase, quase, me rendendo ao auxílio profissional. Se tem gente nesse mundo que estudou as variações de humor do inconsciente e sabe lidar com essa besta fera para me ajudar a resolver meus babados e voltar a sonhar com carneirinhos branquinhos saltitantes em lindos vales verdes, ensolarados e floridos, com chantilly e uma cereja em cima, I am ready!

* - não encontrei um título adequado para esse post.

ps1: vou dar mais uma chance para minhas noites de sono... quem sabe depois de ter escrito isso tudo, a besta fera se manca?
ps2: tomara que sim, tomara que sim!
ps3: será que os terapautas têm consulta experimental?

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Denny Duquette

É o Javier Bardem? É o Robert Downey Junior? Nãããooo.... é o Denny! Isso mesmo. O morto apaixonado da Izzie em Grey's Anatomy.

Que agora está no filme Marido por Acaso, que é muito legal.

Jeffrey Dean Morgan faz simplesmente o papel de um bombeiro que é o mocinho de uma comédia romântica! Todas as fantasias sexuais incluídas!! E apesar da perfeita cena final do casamento (o carro em que os "noivos" saem da igreja), pra mim a melhor cena de todas é quando eles vão fazer a prova do bolo.

Cara, juro que quero casar só pra fazer prova de bolo.*

Então, eles estão lá na prova do bolo e ele pede leite pra acompanhar! So cute!!!! Girl, you're every woman in the world to me...

*meu amor, eu quero casar pra passar o resto da vida ao seu lado, acordar juntinho, ter pequenos pires-bizzottinhos, the whole package! Mas nós teremos que fazer muitas provas de bolo. Com leite. E com música :)


terça-feira, 18 de agosto de 2009

Feliz

É incrível descobrir como é fácil escapar das agruras da vida. Basta começar a não ligar pras besteiras... porque tudo, na verdade, é uma grande besteira.
Parei de escrever nesse blog por um tempão, porque minha vida sofreu uma reviravolta muito grande. E era grande demais pra eu ainda conseguir escrever. Passei um período muito sofrido. Mas os períodos sofridos podem terminar de algumas maneiras, dentre elas: depressão ou superação. Obviamente eu escolhi a segunda.

O resumo é que eu fui vítima de um ataque emocional, seguido, logo depois, por uma série de difamações, mentiras e críticas absurdas a meu respeito. Todo isso vindo de gente que deveria ter por mim, por princípio, amor e carinho. É sim, família pode ser foda, todo mundo sabe disso. Mas a minha às vezes leva a taça.

Felizmente eu tenho uma leva de gente muito mais foda, no bom sentido, que segura a onda pra mim pra caramba. E isso inclui até algumas pessoas da minha família, aquelas com a cabeça no lugar. Enfim...

O importante é que agora passou. E outras cosias também passaram e chegaram. E eu tô feliz e leve como sempre. E nascem de novo, aos poucos, aqueles espaços na minha cabeça e no meu coração que há tempos estavam destruídos: espaço para sonho, esperança, idéias loucas e grandes realizações.

Aos infelizes que me atacaram e difamaram... peço apenas que a vida tenha pena deles. Aos pobres de espírito que acreditaram nos infelizes... não tenho nada a dizer, realmente. Quem me conhece de verdade não acredita na primeira besteira que ouve.

Ao dia de hoje e ao de amanhã, só alegria! Porque superação é assim, é passar por cima, aprender a lição, perdoar e andar pra frente. Aceitar de coração aberto as coisas boas da vida. Cada dia com mais escudos espalhados ao redor... mas é assim, né?

Como sempre, ligar o foda-se nunca foi tão essencial.

E, afinal de contas, jo soy una bailaora de flamenco, Olé!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Live long and prosper

Sim, é capaz de haver vida inteligente onde a gente menos espera.
Como nas teias de aranha que já estavam se formando neste blog.

terça-feira, 2 de junho de 2009